UCPel cria Ação Integrada Assistência e Saúde em defesa da vida e contra a Covid-19


918  12 de maio de 2020

Com as dificuldades vividas em tempos de pandemia, a Universidade Católica de Pelotas está construindo a Ação Integrada Assistência e Saúde. O projeto vem sendo encabeçado pelas professoras Mara Rosange de Medeiros e Vini Rabassa da Silva, do curso de Serviço Social e do Programa de Pós-Graduação em Política Social e Direitos Humanos. Outras entidades sociais também impulsionaram o projeto, que faz parte dos grupos de trabalho ligados ao Comitê Popular de Enfrentamento do Coronavírus (COMPOVO).

As ações visam a preservação da saúde e combate à Covid-19 com foco voltado para a população de baixa renda. Algumas medidas já estão em vigor, como o mapeamento estratégico de famílias em vulnerabilidade social, seguido de cadastramento que possibilite doações e orientações mais efetivas.

“A serventia do projeto é de tentar blindar a entrada violenta da Covid-19 em áreas de grande aglomeração de pessoas em situação de pobreza, procurando diminuir a proliferação do vírus e, consequentemente prevenir o colapso do sistema de saúde em Pelotas”, conta a professora Vini Rabassa. Já estão cadastradas famílias das UBSs da UCPel (União de Bairros, Sanga Funda, Pestano e Fátima) e da UBS SAMSCA, da Vila Governaço e Vila Nova do Fragata.

Além da UCPel, também compõem o projeto o Conselho Municipal de Assistência Social e Secretaria Municipal de Assistência Social, Conselho Municipal da Saúde, Cáritas Arquidiocesana, Comitê Gestor do COAPES e Comitê Covid-19 da Universidade Federal de Pelotas.

 

Medidas a caminho

A expectativa é que o projeto adote mais medidas até o fim de maio. Em processo de elaboração, estão materiais informativos sobre violência contra a mulher e o auxílio emergencial, com colaboração do professor Marcus Spohr, do Jornalismo da UCPel, e parceria com setor da UNIPAMPA Jaguarão.

Também está previsto que, a partir de 18 de maio, sejam realizadas ações mais diretas por áreas territoriais. A sugestão é que os próprios moradores dessas comunidades possam atuar como agentes, disseminando as ações propostas.

 

Redação por: Rafael Mirapalheta

Deixe um Comentário

Seu e-mail não será publicado.

*
*